O Miguelito levantou a bola, e eu vou chutar. Depois da vitória do Obama, lá na terra do Tio Sam, dei uma passada em diversos sites que, durante o mandato do tio Bush, cumpriam o papel de “peda no sapato”, principalmente no que tangia à Guerra no Iraque.
De fato, as únicas informações que tinha, eram aquelas que chegavam através da grande mídia aqui no Brasil, que noticiava uma bomba aqui, outra ali, um elicóptero que caia, um suicida que, bem, se matava… enfim, nunca tinha uma estatística definitiva, apenas migalhas de informação.
No site do Michael Moore, encontrei uma série outros sites que dispõem de tais estatísticas. Uma delas, no site do próprio Mike, mostra um tipo de gráfico impactante sobre o número de vítimas (4191 até o fechamento desta edição).
Uma outra, organizada pelo periódico “The Washington Post“, é um pouco mais contundente, e mostra a foto de diversos soldados mortos, e pode ser exibida por idade, dia e estado de nascimento de cada vítima. O “Faces of the Fallen” (Rostos dos que caíram) também traz a circunstância das mortes.
Outras não falam da tragédia da guerra em si, mas estipulam o gasto do governo dos EUA com a guerra, como é o caso deste site.
Depois de uma simples pesquisa no Google, fiquei sabendo de todos estes dados, e é indignante. Estas guerras já duram anos, e a cada dia morre mais gente e se gasta mais dinheiro com elas. Será que o petróleo que jorra do chão compensa isso tudo? Como pode ainda existir pessoas que apóiam esse tipo de atitude?
Quando Bush invadiu o Iraque, o apoio popular à esta atitude era tremendo. E algumas pessoas ainda apóiam. Onde estavam as armas de destruição em massa? Onde está o Osama?
Esse é um erro que o novo presidente americano (que, além de ser quase O”S”AMA, como citou o Miguelito, é Hussein) não pode cometer. E acho realmente que não irá. Poucos conseguem ser tão estúpidos quanto George Walker Bush.
No mais, ficamos na torcida. E tomamos uma ceva, entre uma bomba e outra.



